ADM de Redes

Um Blog sobre o dia a dia do Administrator de Redes e Servidores Microsoft

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Microsoft Virtual Machine Converter 3.0!

Olá Pessoal,

Saiu a versão 3.0 do Microsoft Virtual Machine Converter. O MVMC é a solução da Microsoft para conversão de VMs em Hosts VMware para Hyper-V ou Azure. Neste versão, tem uma funcionalidade nova de P2V (Conversão de Physical to Virtual) que estava no System Center Virtual Machine Manager 2012 SP1 e foi removida na versão R2.

Agora os clientes podem utilizar esta solução mesmo sem ter o System Center em seus ambientes. Para baixar o MVMC 3.0, acesse: http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=42497.

Até mais!

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Evento Gratuíto Online! Virtualization Jump Start!

Olá Pessoal,

No próximo dia 19/02 o pessoal da Microsoft Corp vai fazer um evento online e gratuito, o Virtualization Jump Start. O evento vai abordar recursos de virtualização do Windows Server 2012 R2 e Virtual Machine Manager 2012 R2. Será um dia inteiro de evento transmitido diretamente de Redmond e será apresentado pelos experts em Virtualização Symon Perriman e Matt McSpirit.

O conteúdo do evento é de primeira, veja:

• Introduction to Microsoft Virtualization
• Host Configuration
• Virtual Machine Clustering and Resiliency
• Virtual Machine Configuration
• Virtual Machine Mobility
• Virtual Machine Replication and Protection
• Network Virtualization
• Virtual Machine and Service Templates
• Private Clouds and User Roles
• System Center 2012 R2 Data Center
• Virtualization with the Hybrid Cloud
• VMware Management, Integration, and Migration

Como o evento será transmitido de Redmond,WA o horário será um pouco estranho. O evento inicia às 14:00 e termina às 22:00 (Horário de Brasília). Para se registrar no evento, acesse o link http://aka.ms/virtDC.

O legal é que eu estarei (em parte do evento) trabalhando no Q&A. Então se você tiver alguma dúvida sobre o conteúdo apresentado fique à vontade para enviar sua pergunta que eu posso ser um dos que irá responder.

Até mais!

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Opções de Storage para Hyper-V – Parte 2

Olá Pessoal,

Continuando a nossa conversa sobre opções de Storage para Hyper-V para empresas de pequeno e médio porte, hoje vou descrever um pouco sobre storage iSCSI. Você pode se perguntar: Mas Vinícius, você não disse empresas de pequeno e médio porte? Sim. Deixe-me explicar:

Quando começamos a falar sobre protocolos de Storage para empresas pequenas e médias, o medo do custo muitas vezes faz com que essas empresas nem validem opções muito interessante de storage. Obviamente, um dispositivo de storage é muitas vezes uma excelente opção por questões de performance, confiabilidade e etc, mas também, muitas vezes proibitivo por questões de custo.

Porém, um dos recursos nativos do Windows Server 2012 e 2012 R2 é o iSCSI Target Server. Com este recurso, você pode transformar um servidor em um storage com diversos recursos que pequenas empresas só teriam acesso fazendo o investimento em um dispositivo com custo mais elevado. Obviamente, você deverá dedicar um servidor para isso, mas a ideia é ter um storage de baixo custo com recursos que seriam inimagináveis para estas organizações. Veja os benefícios da utilização de um iSCSI Target Server com Windows Server 2012 R2:

Um ponto extremamente importante para que o acesso ao storage não seja prejudicado e impacte na performance das VMs, é o desenho da infraestrutura. Um dos fatores que faz com que as gandres corporações tenham uma excelente performance em dispositivos de storage é que elas dedicam um tempo e investimento no desenho desta infraestrutura. Obviamente, pequenas e médias empresas não tem as mesmas opções, mas nem por isso uma solução de iSCSI Target via Windows Server será pior. Muito pelo contrário. Em alguns casos a flexibilidade de configurações do Windows Server é um dos benefícios para estas pequenas e médias empresas.

Dois pontos são importantes aqui: O primeiro é que o acesso ao servidor iSCSI será feito via rede. Isso não significa que você vai colocar o tráfego de acesso ao storage no mesmo local do acesso a rede tradicional. Isolamento de tráfego é essencial. Hum, você irá pensar: “Complicou”. Não, fique calmo. Para resolver esse problema, é importante que você conheça um conceito chamado “Converged Network”. Apesar do nome complexo, o conceito é bem simples:

Numa rede tradicional, para que você possa isolar o tráfego dentro de um servidor, você vai colocar placas de rede dedicadas para um tráfego. Neste modelo, você teria pelo menos uma placa para o tráfego iSCSI. No modelo converget network, você terá placas de rede em Teaming (agrupadas) e placas de rede virtuais em cima deste teaming, sendo uma placa de rede virtual para cada tráfego. Além disso, uma coisa que você deve fazer é aplicar uma prioridade para cada tráfego, isolando e priorizando assim o tráfego importante. Veja o modelo abaixo:

Um ponto importante: Na imagem você tem 4 placas de 10Gbps. Mas esse conceito pode ser aplicado com 2 placas de 1Gbps. Para conhecer algumas formas de fazer essa configuração, separei alguns links:

- Building A Converged Fabric with Windows Server 2012 PowerShell
- Windows Server 2012 Hyper-V Converged Fabric

Depois que você finalizou o desenho de acesso ao storage, há outro item não menos importante: Configurar o Storage. Esse procedimento é bem simples. E para não deixar esse post muito longo, e utilizar recursos já existentes no TechNet, vou deixar aqui o link de como montar seu storage iSCSI Target no Windows Server 2012 R2.

Espero que tenham gostado do post. No próximo post vamos ver os benefícios de outra opção de storage para Hyper-V, o SMB3.
Até mais!

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Opções de Storage para Hyper-V

Olá Pessoal,

Esses dias, entrei em uma discussão sobre opções de Storage para pequenas e médias empresas que não tem budget para adquirir um dispositivo de storage de alta capacidade e performance. A discussão colocava ainda a opção da VMware com o vSphere Virtual Appliance (VSA). Não quero entrar aqui no mérito de o que é melhor, Fiber Channel, iSCSI ou SMB3, mas sim colocar as opções de storage de baixo custo para pequenas e médias empresas.

Quando falamos de pequenas e médias empresas, normalmente são casos onde qualquer investimento tem que ser muito bem pensado pois, 1: Provavelmente este investimento será o único em um bom tempo e 2: Por conta desta falta de investimento, você terá que conviver por um longo período com as ferramentas disponíveis.

No caso do Hyper-V, temos algumas opções de storage que vão desde o mais simples até ambientes bem complexos e consequentemente mais caros. Vamos analisar as opções:

- Disco Local do Servidor:
Essa é a opção mais simples que você pode encontrar. Utilizar discos locais para armazenar as VMs. Obviamente, você terá algumas limitações, mas mesmo assim você pode ter uma performance satisfatória. E com tecnologias do Windows Server 2012 R2, pode extrair mais deste ambiente do que parece. A recomendação é que você possa pelo menos isolar os discos do servidor para que a performance da VM não seja influenciada pelo Host e vice-versa. Veja as possibilidades:

Para muitas empresas, executar as Máquinas Virtuais em discos locais é o suficiente. Veja que recursos importantes como Redundância de Discos, Hyper-V Replica e outros estão disponíveis mesmo nesta opção. É a partir daqui que a discussão começa a variar, dependendo do ponto de vista. Veja por que:

A VMware tem uma solução de Storage chamada VSA. O VSA existe pois no modelo de funcionamento de storage de um Host ESXi, para que uma VM seja visível a mais de um Host e você possa ter HA, vMotion e etc, o storage tem que ser compartilhado. A opção é ter um storage compartilhado, que na VMware pode ser Fiber Channel, FCoE, iSCSI ou NFS. Porém para muitas empresas, isso sai muito caro. Com isso, empresas SMB podem utilizar o VSA. Veja que o VSA deve ser licenciado a parte e só está disponível a partir do Essentials Plus, o que nos coloca de novo na posição complicada de budget disponível.

O que o VSA faz é apresentar uma unidade lógica para o Datastore acessível ao host ESXi, mas atrás deste datastore você tem discos locais de servidores distintos. Se um dos servers cai, a VM está rodando em um Datastore compartilhado e o processo de HA entra em funcionamento. No meu ponto de vista, vejo um problema básico nisso. A replicação desse storage é síncrona! Isso significa que, via rede, a VM vai gravar em 2 discos de 2 servidores distintos. Isso pode afetar a performance, mas por se tratar de uma solução para pequenas e médias empresas, pode não ser um problema. Além disso, se você fizer o desenho correto da infraestrutura, esse problema pode ser controlado, mas novamente requer investimento.

Colocando aqui o meu ponto de vista: A partir do momento que HA se torna uma obrigatoriedade e um investimento é necessário, a questão toda já está errada no desenho dessa solução, pois você está usando os discos do servidor que também é o Host de Virtualização. Isso só faz sentido em empresas que tem 2 servidores e o investimento em um terceiro servidor está completamente fora de questão. Para mim, um desenho correto de solução de HA começa com 3 componentes: 2 Hosts e 1 Storage. Esse storage pode ser um dispositivo de storage ou um servidor mesmo.

Para não deixar esse post muito longo, vou parar por aqui e continuar em um segundo post. No próximo post vamos explorar as opções de Storage nativas no Windows Server.
Fique à vontade para fazer comentários e colocar sua opinião também!

Até mais!

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Por que um profissional Microsoft (da Microsoft) se certifica em VMWare?

Olá Pessoal,

Quem me acompanha pelo Facebook, Twitter e outras redes sociais, viu que na semana passada eu fiz o treinamento ICM (Install, Configure and Manage) 5.1 da VMware. E ontem, coloquei a seguinte imagem em meu Facebook:

A certificação VCA – VMware Certified Associate – Datacenter Virtualization é a primeira da família de certificações VMware. Depois desta prova, o caminho natural é fazer o VCP – VMware Certified Professional. Pretendo fazer essa certificação ainda em Dezembro.

A pergunta é: Por que?

V, System Center e Azure. Nesta função, assim como outros Technical Evangelists pelo mundo, faço entrega de diversos eventos técnicos que contam com a participação de profissionais de diversos clientes. Muitos deles, inclusive, utilizam tecnologias de concorrentes, como a VMware.

Há cerca de 1 ano, os gerentes da Microsoft na Corp propuseram um desafio para todos os TEs de Infra do mundo: Todos eles deveriam se certificar em Private Cloud Microsoft. E quem obtivesse esta certificação teria o curso ICM e a prova VCP da VMware subsidiada pela Corp. Além de um benefício, há um ponto muito importante por trás disso.

Quando estamos em um laboratório apresentando as soluções Microsoft para clientes que trabalham com nossos concorrentes, somos questionados em como a Microsoft se compara com este concorrente. E normalmente, estudamos as funcionalidades deste concorrente para poder responder a este tipo de pergunta. Mas mesmo assim, ainda é um profissional Microsoft falando da própria Microsoft. Quando coloco na mesa que possuo uma certificação VMware, e mostro que realmente entendo as funcionalidades, recursos e etc, deste concorrente, a conversa muda completamente. Nesse momento sou capaz de dizer tecnicamente as vantagens e desvantagens de cada tecnologia. De novo, ainda é um profissional Microsoft falando da própria Microsoft, mas nesse momento eu tenho o que chamo de “respeito técnico” dos participantes do evento.

Isso tudo é muito importante pois em quase que 100% dos casos, os profissionais acabam trabalhando com uma tecnologia e não se preocupam em conhecer um concorrente. Eu sempre digo que um profissional muito bom, é aquele que conhece a fundo e em detalhes um produto que trabalha. É o chamado “Especialista”. O profissional de destaque, vai conhecer, não o produto, mas a tecnologia em que trabalha, sendo o produto um detalhe para que possa exercer sua profissão. É isso que busco me certificando em VMware.

Abraços!