ADM de Redes

Um Blog sobre o dia a dia do Administrator de Redes e Servidores Microsoft

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Black Friday e Microsoft Azure!

Olá Pessoal,

Estamos no final de Setembro, e logo mais é época de Black Friday. E provavelmente, uma das coisas que vem a mente são sites fora do ar. Como pessoas técnicas, todos nós sabemos por que isso acontece. Mas explicar isso para alguém de negócio e até mesmo convencer esse pessoal de negócio de como resolver o problema é complicado. Pensando nisso, estamos fazendo uma série de vídeos sobre como a Nuvem, e no caso o Microsoft Azure, podem ajudar a sua empresa a não ficar com o site fora do ar durante a Black Friday!

Espero que tenham gostado! Divulguem para quem acharem necessário!
Até mais!

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Você está se programando para o fim do suporte ao Windows Server 2003?

Olá Pessoal,

Hoje em dia quando converso com clientes, percebo que muitos já estão aderindo aos produtos mais novos de servidores como Windows Server 2012. Alguns ainda estão utilizando o Windows Server 2008 R2, mas a tendência é muito positiva.

Mas vale lembrar sempre que os produtos tem um prazo de suporte. E o Windows Server 2003, que ainda é utilizado com aplicações legadas, ainda está em muitas empresas. A questão é que o WS 2003 perde totalmente o suporte em 14 de Julho de 2015. Isso significa que você tem menos de 1 ano para se preparar.

Pensando nisso, a Microsoft compilou diversas informações em um portal onde você pode encontrar diversas informações sobre suporte, ferramentas para migração e muito mais… Para acessar: http://www.microsoft.com/en-us/server-cloud/products/windows-server-2003/defaultb.aspx. Não deixe de acessar, conferir o conteúdo e se prepare para a migração o quanto antes!

Até mais!

 

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Atenção Rio de Janeiro! #ITCamp está chegando!

Olá Pessoal,

Vocês pediram e nós ouvimos… O #ITCamp está de volta à estrada! Em Agosto estivemos em Porto Alegre e o pessoal compareceu em peso!

E agora é a vez do Rio de Janeiro! No dia 08 de Outubro estaremos eu e o Fabio Hara falando sobre Nuvem Híbrida com System Center e Azure para vocês!

Para se registrar no evento, acesse: https://msevents.microsoft.com/cui/EventDetail.aspx?culture=pt-BR&EventID=1032596618&IO=NhrV30VkRKvtSo1O7%2bvCzQ%3d%3d.

Vejo vocês lá!
Aguardem que em breve teremos outras cidades também!
Até mais!

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Azure Preview – Migration Accelerator!

Olá Pessoal,

Recentemente, a Microsoft adquiriu uma empresa chamada InMotion que possuía um expertise muito interessante de migração de Workloads para Cloud. Essa aquisição resultou em um serviço do Microsoft Azure que está em Preview fechado chamado Migration Accelerator.

A ideia é que com este serviço você poderá migrar Servidores Físicos, Máquinas Virtuais em Hyper-V ou VMware até mesmo Máquinas Virtuais que estão rodando em AWS para o Azure. Basicamente, este serviço fará todo o processo de conversão do servidor ou VM para uma VM no Azure. Para entender melhor como o serviço funciona, dê uma olhada neste post: http://azure.microsoft.com/blog/2014/09/04/introducing-microsoft-migration-accelerator/.

Se você quiser se cadastrar para participar do Preview fechado, acesse: http://azure.microsoft.com/en-us/features/migration-accelerator/.
Até mais!

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Relatos de alguns dias usando o Surface Pro 3…

… e a experiência é ótima!

Olá Pessoal,

Se você já viu alguma apresentação minha, provavelmente, você já viu a máquina que trabalho no dia a dia. Trata-se de um Sony Vaio Duo 11. Um pouco depois de ganhar esse brinquedo da minha esposa, o Rafael Bernardes e eu fizemos um vídeo mostrando a máquina:

E agora eu estou com um Surface Pro 3. Mais precisamente, o meu é o Surface Pro 3 com processador i5 e 128GB de disco.

Bom, as especificações de hardware são diferentes, mas no final eu não utilizava muita coisa do hardware do Sony Vaio e o Surface com essa configuração me atende sem nenhum problema.

Existem alguns pontos importantes para quem tinha uma máquina como o Sony Vaio Duo 11. O primeiro é que o teclado desta máquina era ABNT2. Parece besteira, mas quando você conecta um teclado externo que você comprou no Brasil e também é ABNT2, não tem que fazer configuração nenhuma. Já o Surface não é vendido no Brasil e o teclado é o modelo United States English International. Quando você conecta um teclado externo, você tem que ter duas configurações de teclado. Basicamente, uma tecla, mas faz diferença.

Outra coisa é que o Sony Vaio Duo 11 tinha 1 porta VGA, 1 porta HDMI e uma porta de Rede física. Com isso, eu que faço muitas apresentações não precisava me preocupar com adaptadores de rede ou de vídeo. Já o Surface tem apenas wifi e uma porta Mini-Display Port. Com isso tenho que andar com um adaptador para VGA e vou ter que comprar um para HDMI. De novo, detalhe. Mas eu não tinha esse tipo de preocupação. Agora, algumas coisas realmente não tem o que falar.

A primeira é com relação ao teclado Type Cover que para o Surface 3 é com Backlight. Animal. Com relação à teclado não preciso mais de um teclado externo. Esse teclado, além de fino e servir como capa para o Surface é muito confortável.

A tela de 12″ é outra coisa animal. A versão 1 e 2 do Surface tinham uma tela de 10.6″. Com a tela de 12″ ele continua pequeno e leve, mas a tela ficou muito mais funcional. Eu tenho um monitor adicional no escritório da empresa, mas acabo usando a tela do Surface como tela principal pois ela é excelente!

A caneta é de tirar do sério de tão legal. Além de extremamente precisa, a interação com o OneNote é fantástica. Se você apertar o botão uma vez, o OneNote abre e você começa a escrever na hora! Se você apertar 2 veszes, ele abre a tela de captura e joga para o OneNote. Animal!

O KickStand é perfeito! Independente de onde você estiver, você consegue ter um bom angulo para ver a tela. No Surface 1 era apenas uma posição. No Surface 2, duas posições. No 3, você tem várias opções para colocar o angulo da tela, e isso facilita muito para quem usa o tablete no colo para escrever com o teclado.

Enfim, como falei o Surface não é vendido no Brasil. Mas estou muito contente de utilizá-lo. Se você tiver a chance de ir para o EUA (Ou algum mercado que tenha o Surface) recomendo fortemente que você faça o investimento. Acho que não vai se arrepender!

Até mais!

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Mais um anúncio! Nuvem Híbrida: Long Term Retention com DPM e Azure!

Olá Pessoal,

Para quem está procurando solução de backup na nuvem, o time do System Center Data Protection Manager anunciou ontem uma feature muito legal que está sendo introduzida no Update Rollup 3: Long Term Retention para DPM com Azure Baclup.

Isso irá permitir que, não só você tenha seu backup off-site, mas também que você especifique uma política de retenção para os dados armazenados neste backup.

Para entender melhor o funcionamento e como utilizar, veja o post do time de produto: http://blogs.technet.com/b/dpm/archive/2014/08/27/introducing-long-term-retention-for-dpm-azure-cloud-backups.aspx.

Até mais!

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Anúncio: DNS Reverso no Microsoft Azure para PaaS e IaaS.

Olá Pessoal,

Hora de voltar aos Posts no Blog! E nada como um anúncio esperado para o Microsoft Azure. DNS Reverso!
O processo de criação de um DNS Reverso para um Cloud Service deve ser feito pela API ou Powershell. Importante ressaltar que o Microsoft Exchange continua não sendo suportado no Microsoft Azure. Para saber mais sobre o anúncio, acesso Blog do Azure: http://azure.microsoft.com/blog/2014/07/21/announcing-reverse-dns-for-azure-cloud-services/?mkt_tok=3RkMMJWWfF9wsRolvqvLZKXonjHpfsX56OQlX6a%2FlMI%2F0ER3fOvrPUfGjI4ERMZqI%2BSLDwEYGJlv6SgFS7XCMadx37gOUxM%3D.

Até mais!

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Serviços em Preview do Microsoft Azure! Entenda o que são cada um deles…

Olá Pessoal,

Com o modelo de serviços de Nuvem a Microsoft consegue colocar muitas novidades dentro do Azure que quando em GA (General Availability) estarão disponíveis à todos os clientes que possuem uma assinatura. Agora, se você é (assim como eu) muito ansioso e não quer aguardar o serviço entrar em GA, você pode solicitar acesso aos serviços em período de Preview.

A ideia é que você possa testar o serviço e verificar se o mesmo irá atender sua necessidade, além de permitir que a Microsoft possa aprimorá-lo antes do GA. Para conferir a lista de serviços que estão em Preview e solicitar acesso à sua conta acesse:

http://azure.microsoft.com/en-us/services/preview/.

Abaixo, a lista dos serviços em Preview:

- Event Hubs (http://azure.microsoft.com/en-us/services/event-hubs/)
- Machine Learning (http://azure.microsoft.com/en-us/services/machine-learning/)
- Visual Studio Online Account Access (http://www.visualstudio.com/get-started/manage-organization-access-for-your-account-vs)
- Azure Site Recovery: Replication to Azure (http://azure.microsoft.com/en-us/services/site-recovery/)
- Azure Remote App (http://azure.microsoft.com/en-us/services/remoteapp/)
- API Management (http://azure.microsoft.com/en-us/services/api-management/)
- New Service Tiers for SQL Databases (http://azure.microsoft.com/en-us/pricing/details/sql-database/#service-premium)
- Azure Automation (http://azure.microsoft.com/en-us/documentation/services/automation/)
- Azure Files (http://msdn.microsoft.com/en-us/library/azure/dn167006.aspx)
- Billing Alert Service (http://msdn.microsoft.com/library/azure/dn479772.aspx)
- Redis Cache (http://azure.microsoft.com/en-us/services/cache/)
- Monitor and Alert (Enabled for all accounts)

Até mais!

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Auto-Scale de Máquinas Virtuais no Microsoft Azure.

Olá Pessoal,

Um dos conceitos de Nuvem (Definição do NIST, não da Microsoft) é a escalabilidade dos serviços de TI. E obviamente, no Microsoft Azure isso não é diferente. É preciso, porém, entender como funciona o Auto-Scale do Azure para Máquinas Virtuais. Vamos aos conceitos.

Como é sabido, no Micorosft Azure é possível ter os serviços de PaaS e IaaS. No modelo de PaaS, que talvez o público do Blog, majoritariamente ITPro talvez não saiba, você não tem interação com o Sistema Operacional onde a aplicação está sendo executada. Neste modelo, o desenvolvedor vai codificar a aplicação e uma vez que esta aplicação estiver pronta e compilada, ele deverá fazer o upload do pacote da aplicação para o Azure. Com este pacote, o Azure é capaz de provisionar e configurar o Sistema Operacional de acordo com as configurações informadas no pacote. Desta forma, escalar uma Máquina Virtual no modelo PaaS é incrivelmente fácil. Já no modelo IaaS, o processo de Auto-Scale é simples, mas algumas configurações devem ser atendidas e configuradas antes de se configurar o Auto-Scale em sí.

Outro ponto importante é que no modelo de PaaS, como o Azure “sabe” como configurar uma Máquina Virtual, você não tem que deixar nada pré-configurado. Já no modelo IaaS, você precisa deixar as VMs configuradas para que o Azure possa ajustar o Auto-Scale de acordo com as políticas de Scale e de acordo com o número de Máquinas Virtuais existentes.

Antes de configurar o Auto-Scale, as Máquinas Virtuais devem ter as seguintes configurações:

- Máquinas Virtuais configuradas como Standard. Veja este post aqui sobre o assunto;
- Configurar o Availability Set para pelo menos duas Máquinas Virtuais. Veja este post aqui sobre o assunto;
- Muito provavelmente, para atender às necessidades da aplicação, configurar o Load-Balance Set no Endpoint. Veja este post aqui sobre o assunto.

Com estas premissas configuradas, podemos configurar o Auto-Scale. Nesta demonstração, vou utilizar duas Máquinas Virtuais Standard, configuradas em um único Cloud Service e no mesmo Availability Set. Veja:

Além da configuração acima, foi criado um Endpoint com Load-Balance Set configurado, conforme abaixo: (Veja que isso não é uma obrigação, mas acredito que atenda a maioria dos casos)

Com todos os requisitos configurados, você pode configurar o Auto-Scale para as Máquinas Virtuais deste Cloud Service. Dentro do portal do Azure, selecione o Cloud Service e clique na Aba Scale. Você verá que existem duas configurações de Auto-Scale. Vamos explicar as duas:

A primeira opção é por horário. Você pode ter mais ou menos Máquinas Virtuais de acordo com um horário pré-agendado. Este cenário é interessante quando você já tem a previsão de que terá aumento e/ou queda de acessos/consumo dentro de sua aplicação. Para configurar o Auto-Scale por horário, clique em “Set up schedule times”. A seguinte tela irá aparecer:

A primeira opção nesta tela permitirá uma configuração de scale diferente para horários de Dia e Noite. Desta forma, você pode definir uma configuração para o horário comercial e outra para o período da noite. A segunda opção é para configuração de scale durante o fim de semana.

Isso basicamente significa que você pode ter 3 configurações distintas. Para entender, veja que na imagem acima eu marquei as duas opções, e ainda configurei o horário comercial de acordo com as minhas necessidades, além do Time Zone de Brasília. No meu caso, então, ele terá uma configuração de scale das 08:00 às 18:00, outra configuração das 18:01 às 7:59 e outra durante o fim de semana. Você pode ainda criar configurações para datas e horários específicos que irão sobrescrever o padrão acima. Uma vez que você configurou os horários, clique no botão de conclusão para voltar à tela anterior.

Com as configurações de horário aplicadas, você poderá configurar quantas Máquinas Virtuais devem estar ligadas em cada configuração. Veja as opções que mencionamos acima:

Quando você selecionar uma das opções, na parte inferior da tela você poderá colocar a quantidade de máquinas (De acordo com o número de máquinas existentes). No meu exemplo, vou colocar a seguinte configuração:

Durante horário comercial, 2 Máquinas Virtuais ligadas:

Durante a noite, apenas 1 Máquina Virtual ligada:

Durante o fim de semana, nenhuma Máquina Virtual deve ficar ligada:

Veja que nesta última imagem ele menciona que o endereço do VIP será perdido caso todas as Máquinas Virtuais sejam desligadas. Iremos falar sobre esse assunto em outro post. O que importa aqui é entender que o IP utilizado no nome público deste Cloud Service será alterado na próxima vez que as Máquinas Virtuais forem ligadas. O FQDN será o mesmo, mas o IP será outro.

Essa é a configuração para Auto-Scale baseado em configuração de horário. Você pode também configurar o Auto-Scale por performance. Neste caso, você poderá configurar o Auto-Scale baseado em CPU e Queue. Como Queue será utilizado, muito provavelmente, apenas em cenários de PaaS, vamos ver como configurar apenas com CPU. (Veja que o cenário de IaaS também poderá utilizar Queue, mas depende do desenvolvedor configurar a aplicação para utilizar esse modelo)

Quando você habilita a configuração de Auto-Scale por CPU, você tem as seguintes opções:

Para explicar a imagem acima, no meu caso eu habilitei o Auto-Scale por CPU e a primeira opção é indicar qual o número mínimo e máximo de Máquinas Virtuais. No meu caso, são apenas 2, então o mínimo é 1 e o máximo 2. Com mais Máquinas Virtuais, as opções abaixo fazem um pouco mais de sentido, mas vamos analisa-las.


Nesta opção de Target CPU você vai indicar a operação padrão de sua aplicação dentro da Máquina Virtual. No meu caso, a aplicação utiliza normalmente entre 20 e 80% de CPU. Isso significa que se a utilização estiver abaixo de 20%, o Azure irá desligar Máquinas Virtuais. Se a utilização estiver acima de 80%, ele irá ligar Máquinas Virtuais. Agora, um ponto importante é a frequência que ele faz isso e quantas Máquinas Virtuais ele vai ligar ou desligar automaticamente. Para isso você tem a próxima configuração:


Nesta configuração acima, você poderá indicar quantas Máquinas Virtuais o Azure deverá ligar automaticamente cada vez que o target ultrapassar o valor estabelecido e quantas deverá desligar. Além disso, você pode configurar para ele aguardar um período antes de ligar ou desligar as próximas Máquinas Virtuais, garantindo assim que o número de Máquinas Virtuais é o suficiente sempre, tanto em caso de alta ou baixa utilização de CPU.

Espero que tenham gostado do Post. Recomendo ler atentamente os posts que coloquei como requisitos para o Auto-Scale antes de iniciar as configurações.
Até mais!

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Load Balance com Máquinas Virtuais no Azure.

Olá Pessoal,

No último post eu comentei a diferença entre Máquinas Virtuais Basic e Standard. Neste post iremos entender como configurar o Load Balance em Máquinas Virtuais no Microsoft Azure. Lembre-se apenas que somente Máquinas Virtuais Standard aceitam esta configuração.

Antes de adicionar o Load Balance, é importante que as Máquinas Virtuais estejam no mesmo Cloud Service, mas não necessariamente, dentro do mesmo Availability Set. Cloud Service e Availability Sets foram explicados neste post. No caso do meu exemplo as Máquinas Virtuais estão dentro do mesmo Cloud Service e do mesmo Availability Set, veja:

Para iniciar a configuração, com as Máquinas Virtuais em um mesmo Cloud Service, vá dentro das configurações de uma das Máquinas Virtuais, abra a aba Endpoints. Os Endpoints são as portas que estarão abertas na Máquina Virtual para o nome público. Será necessário criar um Endpoint e habilitar o Loab Balance, então clique em Add e selecione a opção padrão, veja:

Repare que a opção de utilizar um Load Balance na tela acima é apenas para um Load Balance existente. Então selecione a primeira opção e clique na seta Next. Na próxima tela, você irá definir os parâmetros do Endpoint que você está criando, e além disso, você deve marcar a opção Create a Load-Balance Set. Veja:

Isso irá habilitar a opção de clicar em mais uma seta Next para configurar o Load-Balance Set. Na próxima tela, você tem a opção de criar um nome para o Load-Balance Set, para que você possa identifica-lo nas outras máquinas. Além disso, você deverá inserir as configurações de “probe”.

O Probe é uma análise é que feita pelo NLB para verificar se as Máquinas Virtuais estão respondendo corretamente e se devem estar disponíveis aos clientes nas requisições. Você tem como padrão o protocolo, porta, intervalo e número de probes. Se a Máquina Virtual não responder ao número de probes dentro do intervalo estabelecido, a Máquina Virtual será automaticamente retirada do Load-Balance Set. Na minha configuração, o NLB vai testar 2 vezes com diferença de 15 segundos entre cada teste, na porta 80, via TCP, para verificar se a Máquina Virtual está respondendo ou não, veja:

Depois de clicar para concluir, o Endpoint é criado. Veja quando vamos adicionar o mesmo Endpoint em uma outra Máquina Virtual:

Na próxima tela, você verá que não é possível alterar as configurações, pois as mesmas estão sendo trazidas do Load-Balance Set. A única coisa que você precisa indicar é o nome do Endpoint, veja:

Se você quiser, é possível reconfigurar o Load-Balance Set. Com isso o Azure configurou a porta 80, no meu caso, para ficar em NLB com estas máquinas dentro deste Cloud Service.
Espero que tenham gostado!
Até mais!